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sábado, 5 de junho de 2010

Motor 4 tempos







1. A válvula de admissão se abre enquanto o pistão se move para baixo, levando o cilindro a aspirar e se encher de ar e combustível. Essa fase é a admissão. Somente uma pequena gota de gasolina precisa ser misturada ao ar para que funcione.
2. O pistão volta para comprimir a mistura ar-combustível. É a compressão, que torna a explosão mais potente.
3. Quando o pistão atinge o topo do seu curso, a vela de ignição solta uma centelha para inflamar a gasolina. A gasolina no cilindro entra em combustão, aumentando rapidamente de volume e empurrando o pistão para baixo.
4. A válvula de escapamento se abre e os gases queimados deixam o cilindro através do tubo existente para esse fim, assim que o pistão atinge a parte de baixo do seu curso.

domingo, 30 de maio de 2010

Drifting - Técnicas de Derrapagem

[A redução de marcha Punta-Taco]
Permite que o piloto de corrida reduza a marcha rapidamente e sem trancos (para aumentar as rotações) enquanto está freando (para transferir o peso do carro para a frente). O objetivo desta técnica de redução de marcha é manter o equilíbrio entre o giro do motor e a velocidade da roda para evitar trancos ao reduzir as marchas.

Para reduzir a marcha com esta técnica (Punta-Taco), enquanto o pé direito está no freio o pé esquerdo aciona a embreagem, o câmbio é colocado em ponto morto e a embreagem é solta. Então, mantendo a ponta do pé no freio, move-se o lado direito do calcanhar para o acelerador e dá-se uma acelerada suficiente para igualar rotação e velocidade do carro na marcha a ser engatada (geralmente em torno de 1.500 rpm por redução).

Assim que a rotação desejada é atingida, desacelera-se e ao mesmo tempo a embreagem é apertada e efetua-se a redução de marcha. Executada corretamente, as rotações são aquelas que quando a embreagem é liberada o motor conecta-se à transmissão combinando com a velocidade das rodas e por conseguinte do veículo. Ao realizar esta técnica, o piloto estará pronto para executar algumas técnicas de derrapagem.

[Técnicas baseadas na embreagem]
- Derrapagem "Clutch-kick", pela embreagem - ao chegar na curva, o piloto pressiona a embreagem, aumenta bastante o giro do motor e reduz a marcha. Quando ele solta a embreagem causa um aumento repentino de força que faz as rodas traseiras perderem momentaneamente a tração e patinarem. Esta é uma técnica básica do "drifting".

- Derrapagem "Shift-lock", travamento de roda pela redução - ao chegar na curva, o piloto reduz a marcha com o pé fora do acelerador. Então ele solta a embreagem abruptamente, causando diminuição da velocidade e o travamento das rodas traseiras que perdem a tração.

[Técnicas baseadas nos freios]
- Derrapagem "E-brake", pelo freio de estacionamento - o piloto entra na curva e puxa o freio de estacionamento para travar as rodas traseiras. Ele vira o volante para dentro da curva e a traseira derrapa para fora. Esta é uma técnica básica do "drifting".

- Derrapagem "Braking", pelo freio de serviço - o piloto entra na curva e pressiona o freio para transferir o peso do carro para as rodas dianteiras fazendo com que as rodas traseiras se elevem e percam a tração. Ele então usa a combinação do freio e a troca de marchas para segurar a derrapagem sem travar as rodas traseiras.

- Derrapagem "Lona-lide", escorregada longa - numa reta longa e ao se aproximar da curva em alta velocidade (até 160 km/h), o piloto puxa o freio de estacionamento para iniciar uma derrapagem longa e mantê-la dentro da curva.

[Outras técnicas]
- Derrapagem "Poder-mover", de potência - o piloto acelera durante toda a curva levando a traseira sair do final assim que o peso muda na saída. Esta técnica necessita de muita potência.

- Derrapagem "Feint", de batente - o piloto conduz o carro para o lado de fora na entrada da curva, o peso do carro é transferido para as rodas externas, então rapidamente vira o carro para dentro da curva. Quando a suspensão do carro dá batente, o peso muda tão rapidamente que a traseira sai e a derrapagem se inicia.

- Derrapagem "Jump", pulo - ao entrar na curva, o piloto faz o pneu traseiro interno subir na lavadeira para transferir o peso do carro para as rodas externas e induzir a perda de tração, iniciando assim a derrapagem.

- Derrapagem "Dynamic" (derrapagem "Kansei") - ao entrar na curva em alta velocidade, o piloto tira o pedal do acelerador repentinamente para transferir o peso para as rodas dianteiras iniciando uma derrapagem por conseqüência da perda de tração dos pneus traseiros.

- Derrapagem "Swaying", rolagem - uma derrapagem "swaying" é muito parecida com a derrapagem "feint" exceto pelo fato de que a "swaying" começa na reta antes da entrada da curva. Quando o carro começa a derrapar, o piloto usa o volante para manter a derrapagem da traseira do carro de um lado a outro em sucessão.

- Derrapagem "Dirt-drop", sujada de pneus - o piloto coloca os pneus traseiros fora do asfalto, na terra. Esta técnica ajuda a iniciar a derrapagem, manter a velocidade para segurar a derrapagem nas curvas múltiplas ou aumentar o ângulo de derrapagem em uma única curva.

quinta-feira, 27 de maio de 2010

Conhecendo o Pneu

O que significa a marcação no costado do pneu?
175/70R13 82T

Resp: É a medida, tipo de construção, índice de carga e velocidade do pneu.

Detalhando:

175 - indica a largura nominal da secção do pneu, em milímetros.

70 - indica a série do pneu. Série é o perfil do pneu, isto é, a relação percentual entre a altura e a largura da secção do pneu.
Neste caso, a série (altura) corresponde a 70% da largura (175mm). Quanto menor for esse número (60, 50,45), mais baixo será o perfil do pneu e ele terá uma aparência mais larga.

R - indica que o pneu é de construção radial. Quando não existe a letra, significa que o pneu é de construção diagonal.

13 ou 15 - indica o diâmetro em polegadas do aro em que o pneu é montado.

82 - É o índice de carga, isto é, indica a capacidade de carga máxima que o pneu pode suportar.

T - É a letra que vem logo apó o índice de carga, significa o Símbolo de velocidade, indicando a velocidade máxima a que o pneu pode ser submetido para transportar a carga correspondente ao seu índice de carga.



No exemplo a velocidade máxima é de 190 km/h para uma carga de 475 kg.

Partes do PNEU:



[01 - Banda de Rodagem]
Proporciona ao pneu a tração, frenagem, dirigibilidade, capacidade de dispersão de água e quilometragem satisfatória.

[02 - Costado]
Amortece parcialmente os impactos sofridos pela banda de rodagem e protege a carcaça lateralmente contra impactos e fricções.

[03 - Talões]
Ancora o pneu ao aro e evita seu deslizamento longitudinal.

[04 - Carcaça]
De poliéster, suporta a carga e a pressão interna do pneu, além de receber e transmitir a força propulsora do motor ao solo.

[05 - Cintas estabilizadoras de aço]
Estabiliza a configuração ou forma do pneu, permitindo melhor contato do pneu com o piso. Também protegem a carcaça contra impactos, cortes e perfurações.

[06 - Overlay]
Limita e estabiliza o trabalho das cintas. Também minimiza o efeito de deformação no pneu causado por altas velocidades, fazendo com que a banda de rolagem se mantenha em contato com o solo.